Será o fim do mundo ou recomeço do início?

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A desorganização mundial parece anteceder uma hecatombe, tipo; maior que mil  catástrofes provocadas por forças naturais ou humanas.

Distúrbios entre Países agora se tornaram confronto de blocos que agregavam Países.

Um fala que o Estados Unidos é o maior. O outro fala que melhor é o bloco da Rússia.

Acostumou-se olhar ao redor da fome, ao redor da dor e ao redor das aflições, contudo, não enxergar o imperialismo das partes, é, contudo, inocência ou um cômodo jeito de viver.

E olha que o tempo mostra essas coisas há muitos anos; e bote eras e eras!

Estamos entre o fim e o reinício, se houver um planeta para acolher os sobreviventes.

As atenções e tensões voltadas para uma guerra nuclear, há quem diga ser puro blefe.

As potências, todas, têm uma bombinha atômica.

O Putin chamou e alertou todos os seus postos de lançamentos de míssil nuclear. E ainda falou que espera ser ouvido.

O um  reclama e diz que o outro quer dominar todos. E o outro diz que o um é que quer dominar, pela força, sua área de influência que ele imagina existir.

Tudo pelo poder da dominação.

O Brasil, atingido pela desorganização ético-moral, sofre os efeitos de uma avalanche que revira e esparrama pelo chão, o sonho de um povo. Uma Nação que, acima de tudo, ainda acredita na dignidade e no direito, é um país que vencerá o absurdo da falta dos próprios direitos.

Este país foi recusado, pela Ucrânia, na ajuda que ofereceu.

No oriente; guerras militares a sustentar  regimes de governos totalitários. Há, também, a União Europeia, que desunida se une. A China torce para que tudo se resolva sem dela tirar os lucros que aufere no mundo ocidental.

Os grandes líderes experimentam do seu próprio veneno, a incapacidade de produzir antídotos contra um expansionismo de seus regimes, que todos eles almejam.

A razão é ludibriada pelo medo e mortes, sempre de inocentes almas.

O mundo gira e continua tal como qual.

A guerra permeia a intolerância. E Deus parece estar desistindo de todos nós.

Tomara Deus que não!

Fonte: Jornal de Arapiraca/ Carlo Bandeira