
O Ministério Público Eleitoral (MPE) instaurou um procedimento preparatório para investigar a suposta compra de voto em Campo Grande, agreste alagoano. Segundo a denúncia de um agricultor, que registrou boletim de ocorrência, ele afirmou ter sido obrigado pelo candidato a vice-prefeito José Rosendo dos Santos (Republicanos), mais conhecido como Pimenta, a entregar a motocicleta e os documentos de posse como uma “compensação” relacionada a um suposto esquema de compra de voto.
A informação foi confirmada pelo promotor Lucas Mascarenhas que já tomou conhecimento da denúncia, mas disse que as apurações da promotoria sobre o caso serão sigilosas.
“O Ministério Público Eleitoral já tomou conhecimento dos fatos e diante do contexto eleitoral as medidas investigatórias correrão em sigilo”, declarou o promotor da 20ª Zona Eleitoral, Lucas Mascarenhas.
A denúncia contra a chapa liderada por Theo Higino (Republicanos) teve grande repercussão no município. De acordo com informações, o agricultor relatou ter recebido R$ 5 mil em troca do voto dele e da família na chapa liderada por Theo Higino, parente de Arnaldo Higino, que teve a candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder provocando nova eleição municipal, que está marcada para o dia 12 de setembro.
Fonte: Arapiraca News
