
Integrantes de movimentos sociais, organizações, entidades e partidos realizam um ato contra o assassinato brutal do jovem congolês, Moïse Mugenyi Kabagambe, no dia 24 de janeiro, no quiosque Tropicalia, na orla do Rio de Janeiro. Em Alagoas, o protesto acontece na Orla de Ponta Verde, em Maceió, em frente à estrutura da cadeira gigante.
Os manifestantes pedem justiça e que o culpado seja punido. O trabalhador foi assassinado por espancamento quando foi cobrar um pagamento de duzentos reais.
Em Maceió, participam do protesto organizações, movimentos sociais e partidos políticos como a Unidade Popular (UP), Além dos Movimentos Resistência do PSol, Luta de Classes (MLC), Movimento de Mulheres Olga Benario, Federação Nacional dos Estudantes em Ensino Técnico (Fenet), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
A presidenta da Unidade Popular (UP), Lenilda Luna, responsabiliza o discurso de ódio disseminado por bolsonaristas pelo aumento de casos de violência racista, machista e homofóbica.
“O que o caso do espancamento do Moïse, dos tiros deflagrados pelo médico em Maceió para dispersar manifestantes e outros tantos têm em comum? Um desprezo por negros, lgbts, mulheres e militantes de esquerda que foi alimentado e legitimado pelo discurso e pelas atitudes do presidente Bolsonaro durante a campanha e na presidência”, declara a dirigente da UP, Lenilda Luna
Fonte: Tribuna Hoje
