
Mais de 2 mil manifestantes estão nesta manhã de sábado (24), na orla de Maceió protestando contra o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Os integrantes afirmam que é preciso combater a ação “criminosa” durante a pandemia da covid-19 e lutar pela “defesa intransigente da democracia”.
As principais reivindicações dos manifestantes também diz respeito à falta de vacinas, pelo aumento do valor do auxílio emergencial e a alta da inflação, que avança sobre toda a população.
A corrupção na compra de vacinas, em investigação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid em Brasília, também é alvo dos protestos na orla da capital alagoana.
País contabiliza 548.420 óbitos e 19.630.273 casos de coronavírus, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.
Para Paulão, deputado federal (PT/AL), diariamente Bolsonaro flerta com a ditadura e com o fascismo e hoje o povo está na rua pela democracia e contra a corrupção.
A marcha, que iniciou na praça Multieventos na praia de Pajuçara, foi até o Posto Sete, na praia de Jatiúca.
Os integrantes do ato público ressaltam que ao mesmo tempo em que sabota todos os esforços da sociedade para vencer o coronavírus, Bolsonaro ataca diariamente o regime democrático brasileiro e busca, inequivocamente, as condições para imposição de um regime autoritário que destrua as instituições republicanas para acabar com as liberdades democráticas.A última manifestação contra o presidente, em Maceió, ocorreu no último dia 9 de junho na Praça Centenário quando os integrantes de movimentos protestaram na Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol.
Mais uma vez, as entidades pedem que todos usem máscara, álcool em gel e mantenham distanciamento
Fonte: Tribuna Hoje
