
APolícia Civil de Alagoas está realizando, desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (9), uma megaoperação na cidade de Campo Grande, no Agreste alagoano, a três dias da eleição suplementar para prefeito do município.
Um helicóptero também sobrevoa a cidade. As primeiras informações dão conta que a polícia estaria em busca de cabos eleitorais, após denúncias anônimas de compra de votos.
No próximo domingo, 12 de setembro, haverá eleição suplementar para a escolha do novo prefeito de Campo Grande e o clima é de tensão e muita expectativa no município agrestino.
Três candidatos disputam o pleito: Téo Higino (Republicanos), que é sobrinho do ex-prefeito Arnaldo Higino, vai disputar com Cícero Pinheiro (MDB), pela oposição, e Maria Inês (Democratas).
O resultado do pleito de novembro do ano passado foi anulado pela Justiça Eleitoral, por conta de uma constatação de ato doloso de improbidade administrativa por parte do prefeito eleito Arnaldo Higino (PP).
Ele havia sido eleito com 51,40% dos votos, ou seja, 3.372 votos dos eleitores de Campo Grande.
A diferença foi de apenas 216 votos para o segundo colocado, o candidato Cícero Pinheiro, que obteve 48,11% dos votos. Eraldo Rosa ficou em terceiro lugar com 0,49% da preferência dos eleitores do município agrestino.
Desde janeiro deste ano que a Prefeitura de Campo Grande é governada provisoriamente pela presidente da Câmara dos Vereadores, Josefa Barbosa da Silva (Republicanos).
Para o pleito deste domingo (12), Téo Higino (Republicanos), que é sobrinho do ex-prefeito Arnaldo Higino, vai disputar com Cícero Pinheiro (MDB) e Maria Inês (Democratas).
Prisões
No último dia 23 de agosto, o candidato a vice-prefeito na chapa de Igor Higino, José Rosendo dos Santos, o Pimenta, foi preso com mais três pessoas, sob acusação de compra de votos. Desde então, o clima é de acirramento político e tensão na cidade.
Fonte: Davi Salsa
